Mostrar mensagens com a etiqueta Pergunta do dia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pergunta do dia. Mostrar todas as mensagens

sábado, 7 de março de 2015

Pergunta do dia


Todos os anos faço algumas sessões de "acompanha a amiga na escolha da roupa da nova estação". E uma vez que a Primavera está já a acenar com algum vigor, começo a preparar-me mentalmente para mais uma destas sessões de compras. Que trazem sempre associadas a mesma conversa. Uma conversa que me faz querer cortar os pulsos: os tamanhos escolhidos.

- Como é que é possível?! Eu nunca vesti um 40, eu sou um 38! 
- Mas não assenta bem, está muito justo. Experimenta esta, acima.
- Nem pensar!
- Mas a peça é linda... experimenta só para vermos como fica.
- Recuso-me!

E acabo sempre meio enervada com as minhas amigas, porque desvirtua-se o propósito de encontrar roupa gira que as favoreça, para passar a ser uma caça ao número que elas querem vestir, o que, convenhamos, é muito mais chato. Who the f*** cares? Podiam dar-me um 48, que importava-me na mesma medida que me importo em vestir uma etiqueta 36. Levo o meu número apenas por referência, para ter por onde começar, mas se achar que a peça acima me vai cair melhor, não só a experimento como a compro, em detrimento do 36, em menos de 3 segundos. Calções são exemplos particularmente bons. Não consigo apreciar calções justos nas coxas, indepentemente da moda querer obrigar-me a tal. Não combina com o estilo que considero elegante. Pelo que sendo impossível fugir destas peças, que invadem todas as lojas, encontro nos tamanhos maiores grandes aliados. Fazer deles inimigos parece-me simplesmente absurdo. 

Meninas (e meninos) que compreendem este fenómeno: expliquem-me o que interessa o número na etiqueta, por favor. Para eu conseguir ser uma amiga mais paciente nesta estação.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

"Sempre a aprender e morremos sem saber"


Uma coisa que me agrada muitíssimo nas lides blogosféricas é a oportunidade de ler pessoas que têm opiniões tão diferentes da minha que me acordam para uma perspectiva da realidade que eu não conhecia até então. Hoje, ao ler um post sobre a emoção vi-me num desses momentos AhaDizia o Roger que ter mais coração do que razão significa que é genuíno e que age de acordo com as suas emoções. Mas que gostaria de ser um pouco mais racional, de tal forma que conseguisse encontrar um equilíbrio entre o coração e a cabeça. 

E nesse momento, e apenas nesse momento, eu percebi porque é que tantas pessoas se queixam da sua emotividade. Só nesse momento me apercebi que entendem a razão e emoção como dois lados distintos, desconexos, nas suas vidas. E isso não me faz sentido nenhum. Porque na minha realidade, coração e razão dão as mãos.

A razão encontra-se do lado da lógica, da atenção ao detalhe, e eu preciso dela não só nas tarefas do meu dia-a-dia como nas minhas relações pessoais. Na verdade, o meu coração só se apaixona se depois da atenção ao detalhe a conclusão for absolutamente adorável sobre a outra pessoa. O coração é sempre o reflexo da razão. E isto não me torna incompatível com a etiqueta de romântica que sempre me colam. E talvez isto seja tão novo para alguns de vocês como foi para mim perceber que não é assim para todos nós. 

Agora percebem (se não percebiam) os meus textos sobre amor romântico versus amor-próprio. Percebem porque para mim é incompreensível que alguém se apaixone por uma pessoa que lhes faz mal (física ou psicologicamente), que não é digna de admiração. E é porque coração e razão não lutam na minha vida, ajudam-se. Se a razão traçar um perfil de 'imbecil' a alguém, o meu coração age de acordo. Como se a razão fosse um computador e o coração a impressora. A minha impressora faz o que lhe compete -- traduzir em cor e forma o resultado da computação. Sem computador, a impressora não saberia sequer o que imprimir. 

Mas o facto de ter aprendido que os emotivos tendem a ver coração e razão como adversários em constante batalha, não significa que compreendi o porquê disso acontecer. E eu preciso de um bocadinho de lógica a acompanhar aquela descoberta :) Então, Emotivos, aproximem-se e contem-me tudo. Como é que o vosso coração tem autonomia para contrariar a avaliação da razão e seguir gostando quando não há razões para tal? Quando é que o coração e razão se separaram?

domingo, 16 de junho de 2013

Das rotinas


Ninguém precisa explicar-me sobre os prazeres de ficar em casa. Eu, que era capaz de passar quinze dias de férias sem sair, apesar dos inúmeros convites. Eu, que os recusava tantas vezes que me enviavam cartas a perguntar quando ia sair da toca. A sensação pode ser agradável e o hábito restaurador, mas afastava-me de viver de verdade.

É bom sair, conhecer gente nova, entrar em contacto directo com a natureza e aproveitarmos mais do que o mundo oferece. O que não vale é deixarmo-nos embalar por um hábito manhoso -- daqueles que parecem prazerosos mas que não deixam memórias a ser registadas no Best Of da nossa vida. Explorar, descobrir, viver intensamente é que dá cor à nossa história!

E vocês, têm algum hábito manhoso que vos envolva na teia da rotina?

domingo, 14 de abril de 2013

Sugestões?


O meu adorável cão, completamente restabelecido do problema que teve na coluna, está assim desde há uma semana:



Tendo em conta que há um meme sobre o tópico, deve ser problema frequente. 
Contem-me tudo, leitores experientes. Aceito (e agradeço) sugestões para lidar com a situação :-P

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Pergunta do dia


Ainda não percebi o que torna as mulheres (geralmente) mais complicadas que os homens. O que mudará na visão entre os géneros que os distancia assim? Aceitam-se teorias.

Talvez o facto de ficarmos confinadas às cavernas [leia-se: casas também] até há bem pouco tempo, tenha desenvolvido em nós a necessidade de viver fora desse ambiente. E nesse exercício imaginativo criávamos tantos cenários, tantas possibilidades de vivências que essa característica subsistiu até hoje.     Com tudo o que traz de bom e de mau.

Nos entretantos, os homens desenvolviam a capacidade de orientação (para regressarem da caça) e não "inventavam". Viviam mais no presente, menos no mundo das possibilidades. E acho que mantiveram essa presença de espírito no aqui e agora, até hoje. 

Será?


quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Problemas de 1º mundo



Frutas. Adoro-as. De todos os géneros, a qualquer hora do dia. 
Mas as romãs arruinam as unhas de qualquer um. E como tal passei a come-las de luvas de látex calçadas (e como eu acho este verbo mal pensado só eu sei...).

Mas a minha pessoa ainda não recuperou do desgosto. A fruta assim não tem a mesma piada. Alguém sabe um truque infalível para nos livrarmos da cor que a romã deixa nas unhas por dias e dias?


sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Pergunta do dia aos leitores -- Pausa para capucciono




Se pudessem voltar atrás, a um dia do vosso passado, escolheriam viver novamente um dia muito bom ou voltariam a um dia muito mau na expectativa de o alterar?

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Pergunta aos leitores - Pausa do dia




Se ao entrarem num sótão velho e incrivelmente decorado, daqueles a que a cada passo corresponde o barulho característico de um piso em madeira, e vislumbrassem meio tapada, meio descoberta uma bola de cristal que poderia responder a uma, e apenas uma, questão sobre a vossa vida futura:

O que perguntariam?

terça-feira, 2 de outubro de 2012