Falo muitas vezes em auto-confiança. Que descrevo como a capacidade de percebermos que não somos perfeitos, ninguém é, mas que somos extraordinários mesmo assim. Por sermos, cada um de nós, um mundo único, totalmente original. Com sonhos diferentes, histórias de vida diferentes, intenções diferentes. Esquisitices diferentes. Pessoas completamente originais, com dons específicos (mesmo que ainda escondidos), que vivem numa realidade formatada para encontrar semelhanças. Para quê?
Com o coração centrado no amor (seja sob que forma for), vale a pena alimentar as diferenças que nos afastam unem. Esses pequenos tudo-nada que nos distinguem da multidão e nos tornam mais interessantes. Porque, a menos que o deixemos, as diferenças não segregam, apenas exultam a originalidade em cada um. E eu não sei quanto a vocês, mas não há nada que me aborreça mais do que pessoas que querem 'fundir-se' na multidão. Pessoas que escondem o que de único trazem ao mundo, para serem apenas mais uma.
Only dead fish go with the flow.




