sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Boa viagem!*


Uma das vantagens de trabalhar em investigação é a quantidade de amigos estrangeiros que faço. O meu grupo de amigos mais próximo mistura russos, franceses, suíços, alemães, suecos e espanhóis [além, claro, do americano mais adorável do universo]. Gosto de conhecer-lhes as culturas, tão diferentes da minha, os gostos culinários, o sotaque característico (em português ou inglês, frequentemente as línguas em comum), as perspectivas. Gosto de ir aprendendo a distinguir o que é único neles relativamente a amigos de outras nacionalidades, mas também o que os distingue dos seus compatriotas. 


Uma das desvantagens de trabalhar em investigação é a quantidade de amigos estrangeiros que perco de vista. De vista, literalmente. A amizade permanece via Skype, chat, email. Constante, presente. Mas faz-me confusão não poder ter as pessoas que mais me dizem ao coração à minha volta o tempo todo. Dar-lhes um abraço.

Hoje, a espanhola mais fofinha de todas viaja, no contexto do seu trabalho, para o México. Passará por lá pelo menos três meses. E eu sei exactamente como se está a sentir. A apreensão de se ver sozinha num país distante, num contexto desconhecido. O friozinho no estômago. E só lhe desejo que seja tão feliz quanto eu fui, nas mesmas circunstâncias, na Suíça. 


Boa Viagem, Espanholita! Boa Sorte*

Hoje está a ser assim


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Eu fico sensibilizada...


...pela segurança que querem que as minha subscrição no Pinterest tenha. Mas se vocês continuarem com essa %$&/(, eu mudo de ideias num instante, OK?



quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

O que é que está escrito????


Recentemente identificaram uma múmia dentro de uma estátua budista, que data do século XI ou XII. Coisa por si só espectacular, na minha mente. Mas a múmia é de um monge Budista Chinês, já identificado, cujos órgãos foram substituídos por manuscriptos!

Sinceramente, eu só vejo os manuscriptos, a partir do scan acima, com recurso à minha imaginação. Mas, acreditando em quem percebe do assunto, resta-me perguntar o que dizem os manuscriptos.

Que pedacinho de sabedoria ancestral justificará a substituição dos órgãos de um mestre budista da Escola de Meditação Chinesa, aquando da sua mumificação? 

Notícias como esta fazem-me ter vontade de voar para a Tailândia. Estranho, considerando que o senhor era Chinês e a estátua está actualmente na Holanda. Mas pronto. Fica a nota.