sexta-feira, 17 de janeiro de 2014


E as coisas começam a definir-se. O doutoramento que está a terminar. O elogio dos orientadores que copia o que tantas vezes lhe fiz ["You should be a science writer"], as propostas de (novo) trabalho que se sucedem, e até a nova cidade que pode estar em cogitação. Bem perto daquela que nos aquece o coração, porque uma pessoa não se deve afastar do que lhe faz bem.

Hoje o dia fez-se de muitas vitórias. E eu, confesso, sou toda orgulho.

Futebol



Cheguei à conclusão que há um motivo pelo qual a tecnologia não é incorporada no futebol actual, de forma a esclarecer em tempo real o que é falta e o que não é, o que é penalty e o que não é, o que é amarelo e o que não é: a emoção. Futebol precisa de emoção para sobreviver. Precisa dos erros dos árbitros que geram as conversas de cafés, as argumentações aficcionadas, (os posts raros sobre futebol neste blogue). Para sobreviver à crise, o futebol precisa que os adeptos acreditem que só perderam o campeonato porque foram roubados (porque só assim compram bilhetes no ano seguinte, na expectativa de verem o seu valor reconhecido). Se os jogos fossem interrompidos e os penalties marcados com base nas imagens, se os amarelos fossem atribuídos depois de uma repetição, o futebol careceria de chama.

Portanto, não me incomodam os erros. Incomoda-me a memória selectiva dos adeptos adversários quando comentam os jogos.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Do orgulho



Encontrou-se comigo este mapa que alguém fez baseando-se nos diários de bordo de navios comerciais entre 1700 e 1800. E eu dei comigo a sorrir porque éramos grandes. 

Um dia... isto dá uma guinada de novo. 

Não façam por menos ❤