segunda-feira, 21 de outubro de 2013

:)

Ouvi dizer que hoje é o meu aniversário. Não tinha o telemóvel comigo naquela altura, mas acredito nos meus pais. Sei que naquela madrugada a minha mãe dormiu em casa, mas pouco por ter dores. Sei que foi para a maternidade com contracções, ainda o Sol não tinha nascido. Sei que nasci meia-hora depois da minha mãe entrar no bloco de parto (De nada, Mamã, ora essa... Obrigada eu, pela estadia ).

Parabéns a todos que me aturam desde então; desde o primeiro dia ou desde há pouco tempo.
Esta viagem tem sido incrível e não a trocaria por nenhuma outra.



sábado, 19 de outubro de 2013

Imagens que me fazem rir

 Todas de rajada porque hoje está de chuva.







Bom fim-de-semana :)

Das coisas que me afectam


Há coisas na vida alheia que me incomodam muito. Incomodam-me tanto que tenho dificuldade em assistir a essas coisas. Ou me afasto ou deixo que aquela situação me magoe. A mim, que estou apenas a assistir e às vezes nem conheço as pessoas envolvidas...! 

Incomoda-me dessa forma pessoas não gostem de si. 

Os convencidos, os que se levam demasiado a sério, os que se julgam um máximo, são chatos é um facto. Mas aqueles que não gostam de si, matam-me. São mil vezes piores que os primeiros. Incomoda-me profundamente que não se valorizem, que se coloquem à disposição dos outros para se sentirem mal ou menos mal (porque nunca podem estar bem se não gostam de si mesmos). Mas incomoda-me ainda mais que permitam ser humilhados, ignorados, insultados, em nome do amor. Quando vejo alguém nestes propósitos, em nome do amor, é como se me arrancassem um dente a sangue frio (nunca tirei um dente, mas dizem que dói).

O Amor não é isso! Não é suportar tudo o que a outra pessoa estiver disposta a oferecer -- se está bem-disposta até lhes dá um pingo de atenção, se está mal-disposta nem lhes diz bom dia. E não preciso conhecer o casal, para ficar triste quando vejo alguém ser ignorado por a pessoa que mais atenção deveria prestar-lhe. E fico mais triste ainda por ver que essa pessoa, envergonhada, tenta disfarçar o monólogo composto de perguntas (não-retóricas), em vez de se levantar para ir embora sem mais palavras. 


quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Dos dias em que não devia abrir o bico



Apesar de ser avessa à mentira, abro excepções para as mentirinhas piedosas. Mas não devia. Porque não me lembro de uma situação em que tenham acreditado em mim, e é muito pior a emenda do que o soneto.

A última vez que fiz uso dos meus (constestáveis) dotes de actriz, foi para dizer a uma amiga claramente arrependida da asneira que tinha feito, que não achava horrível o corte de cabelo que lhe levou os longos fios loiros e lhe deixou o couro cabeludo visível e uma franja ridícula. À pergunta "Que tal, gostas, ABT?" não me saiu som nenhum ainda que eu estivesse a acenar com sim com a cabeça. 
- Não gostaste nada... -- disse-me.
- Bem, eu preferia o teu corte de cabelo anterior, mas... está fresco, diferente e original! 
Lendo-me como se eu fosse um livro aberto, afirmou tristemente: 
- Achaste horrível!...

E do topo da minha estupidez respondi convictamente: "Ehh, então? Também não está horrível!" para logo me dar conta de que apesar de continuar a ser mentira (porque estava terrível, de facto) nem sequer foi uma boa e animadora mentira.

Enfim.