É muito difícil sermos infelizes quando o nosso pensamento habitual reside em coisas felizes. Mesmo que sejam memórias que não podemos recuperar, pessoas que perdemos na imensidão do tempo ou do espaço, a felicidade que encerra o pensamento na coisa certa é avassalador. Abraça-nos como uma brisa doce de Verão; ensina-nos a olhar com esperança para o futuro e coloca-nos no rosto aquele sorriso de quem está perdido no tempo que atinge, forte e positivamente, todos aqueles que o vislumbram.
Não há dúvida em mim, de que a atenção focada obriga-nos a encontrar detalhes. Detalhes que se multiplicam, que prendem, que perpetuam um momento que poderá ter sido breve mas se expande dessa forma na nossa memória.
E sem sair da nossa mente engrandecemos ou definhamos em função do que escolhemos prestar atenção nas galerias da nossa mente. E, reflexo dessa opção, saimos de casa para enfrentar um novo dia de peito feito, poderosos, ou de ombros caídos, derrotados.



