quinta-feira, 29 de agosto de 2013

O poder da autenticidade



A simplicidade é uma característica difícil de descrever mas aquela que provavelmente mais me encanta em alguém. A simplicidade a que me refiro não liga a títulos académicos, a posições ocupadas, trabalhos pomposos ou roupas de marca; é fiel a si mesma e trata a todos da mesma forma. Não permite que o tom de voz ou a verbalização das ideias do seu portador saia alterada, independentemente daquele com quem fala. 

Este exercício pode parecer simples, mas é por vezes complicado. Se nos movimentamos em dois mundos diferentes tendemos a tentar adaptar-nos àqueles que nos ouvem, muitas vezes sem intenção de sermos quem não somos -- apenas com o objectivo de que a comunicação saia favorecida.

Mas não há nada que bata a beleza que irradia alguém que comunica com elementos de qualquer mundo com a mesma naturalidade. Não uma naturalidade aparente, contruída; refiro-me à naturalidade de quem é tão seguro de si mesmo que não pode evitar ser senão quem é, em qualquer ambiente, em qualquer circunstância, e que por isso mesmo cativa em todos os ambientes e circunstâncias como se tivesse crescido neles.

E estas pessoas brilham tanto na sua própria luz que me deixam inebriada.
Como o senhor que vende sofás que conheci ontem.

Obras



Obras. Normalmente uma dor de cabeça em forma de pó, mudanças eléctricas e tintas. Descobri no processo que pintar é incrivelmente relaxante. Eu quero crer que é da actividade, mas é possível que tenha a ver com os solventes inalados. 

Recomendo.

sábado, 20 de julho de 2013

Coisas que me fazem rir


Já vos disse que quando estou muito cansada rio-me facilmente. Este vídeo, de apenas 24 segundos, levou-me às lágrimas de riso. E nunca vou esquecer o rosto dele a olhar-me com um sorriso tão largo quanto incrédulo perante a minha reacção ao salto épico desta tartaruga. Só de me lembrar... começo a rir de novo.

Bom fim-de-semana!