Um dia li que no final da vida o nosso eu vai encontrar-se com o melhor eu que poderíamos ter sido, e que se essa possibilidade nos assustar é porque não estamos a viver ao nível do nosso verdadeiro potencial.
Este exercício leva-nos a sentir, antes de racionalizar, se estamos longe ou perto daquilo que consideramos o melhor. E depois, conscientes dessa sensação, permite-nos procurar por todos os sinais que mostrem que atingímos o nosso eu mais alto. Que sinais são esses?
Nessa meditação de olhos abertos descobri algumas coisas que (conscientemente) não esperava. O nosso subconsciente guarda desejos que precisamos reconhecer, para não vivermos num suspiro ansioso em relação a coisas que nem sabemos querer.
Neste exercício percebi, pela primeira vez, a fonte da saudade de coisas que nunca vivi.