terça-feira, 18 de junho de 2013

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Casas que adoro


Imaginem a casa de ontem, com este exterior, nesta estação do ano. Esqueçam o que eu disse sobre as rotinas: nunca mais me tiravam de casa ;)

Presentes da vida


Arrisco dizer que ninguém quer aprender -- queremos que a vida nos presenteie. Não queremos ter de escolher -- queremos um destino perfeito, recheado de pessoas perfeitas, de eventos perfeitos, de caminhos perfeitos. Evoluir parece cansativo, lutar por alguma coisa só parece bom em teoria. Na prática, seria ideal que as coisas nos caissem no colo. 

Mas o erro faz parte do progresso. As pessoas erradas entram e saem da nossa vida a seu bel-prazer, até nós aprendermos a seleccionar quem entra e a convidar a sair, mais cedo, quem não se adequa ao nosso mundo. Não escolhemos sempre a actividade profissional que mais nos realiza,  e o caminho não é sempre florido, mas podemos aprender a interpretar os sinais e a seguir caminhos diferentes. Podemos até cuidar da paisagem na viagem.

Podemos tudo e essa possibilidade é infinitamente mais interessante do que fazermos biquinho e esperarmos que a vida se lembre de enviar o batalhão certo de abelhas de forma a repopular o caminho com flores, e de limpar a trajectória com ventos bem mandados só para que possamos passar.

Tentar e tentar de novo. Antes de sermos especialistas seremos sempre iniciantes. Iniciantes que cometem erros. Que fazem más avaliações, que se decepcionam com elas, e que tentam de novo.

Tentam de novo. Até conseguir.
E o presente da vida é esse: desafiar-nos a sermos melhores do que éramos.