Algumas pessoas parecem ter medo de assumir que querem ser ricas. Desejar mais dinheiro é quase um pecado. Parece que as torna menos dignas de o conseguir. Só pode ter dinheiro quem não o deseja, caso contrário é porque a pessoa não tem valores e prioridades bem definidas. Afinal, o dinheiro não compra felicidade, ouvimos. Discordo, respeitosamente.
O dinheiro não transforma a boa índole [só deixa à luz uma má essência que sempre existiu, mas se encontrava camuflada pela impotência], e compra, efectivamente, inúmeros motivos de felicidade. Patrocina suspiros de alívo e sorrisos aos que amamos, patrocina novas possibilidades profissionais aos que (ainda) não conhecemos, patrocina até saúde sempre que está à venda.
Mas em associação a tudo isso, o que me atrai na riqueza é a liberdade para fazer o que quiser com o meu tempo. Só dizer esta frase me deixa um sorriso meio parvo no rosto. Poder escolher o que fazer, quando fazer, a nível pessoal e profissional, deve ser das sensações mais fortes de realização que podemos experimentar. Digo eu que ainda não cheguei lá e não raras vezes me vejo condicionada a cumprir o que me pedem e não o que me parece mais relevante ver cumprido.
Para já este conceito de liberdade só vive nos meus sonhos ❤

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