A Lia perguntou, no desafio perguntem o que quiserem, se eu gosto dela -- provavelmente pensando que as respostas se dariam no recato da caixa de comentários. A Lia não sabia que todo um post ser-lhe-ia dedicado, mas não precisava saber para o merecer.
Quando comecei este blogue pretendi fazê-lo de forma totalmente anónima e sem qualquer intenção de que tal viesse a mudar com o tempo. Queria escrever sobre tudo e sobre nada. Escrever para reduzir ao número de estrangeirismos e voltar a dar mais atenção à minha língua nativa, escrever para mim, para todos, para ninguém, porque gosto de escrever, porque às vezes é preciso extravasar, ou simplesmente porque sim. Não me cruzava o pensamento que por cá se pudessem criar laços tão fortes que me fizessem ter vontade de dar um abraço ao computador, na impossibilidade de to dar nesse momento, Lia.
Partilhamos muito para lá de uma paixão por futebol, por ouriços-cacheiros e pela área médica. Une-nos muito mais do que apenas a música instrumental, o surf, e até o amor pelo Amor. Neste pequeno mundo de coincidências aproxima-nos uma Amizade imensa, que se faz de partilhas, de admiração mútua, de braços estendidos no momento certo, e até de silêncios. Faz-se de gargalhadas, de vontade de saber mais, de perguntas e de respostas e de um forte sentimento de reconhecimento. Como se nos conhecessemos há muito tempo. De outros tempos, outras vidas.
Partilhamos muito para lá de uma paixão por futebol, por ouriços-cacheiros e pela área médica. Une-nos muito mais do que apenas a música instrumental, o surf, e até o amor pelo Amor. Neste pequeno mundo de coincidências aproxima-nos uma Amizade imensa, que se faz de partilhas, de admiração mútua, de braços estendidos no momento certo, e até de silêncios. Faz-se de gargalhadas, de vontade de saber mais, de perguntas e de respostas e de um forte sentimento de reconhecimento. Como se nos conhecessemos há muito tempo. De outros tempos, outras vidas.
A nossa amizade, apesar de jovem, tem já lugar cativo no meu coração. Porque o sentimento não se fez de dias mas de um forte sentimento de identificação. Portanto quando me perguntas se gosto de ti, a resposta não poderá ser senão um sonoro e muito sentido: SIM!


