Faço minhas as palavras do esquilo.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Do espírito de Natal
Este Natal preencheu-se de emoções. Daquelas que chegam devagarinho através dos ajudantes do Pai Natal, e daquelas que se instalam com propriedade em todo o espaço vibrante do nosso coração quando nos encontramos rodeados de família e amigos à mesa de consoada.
No meio de tanta magia, encheu-me o rosto de sorrisos ver o entusiasmo do meu pai rivalizar com o das crianças, com um presente totalmente inesperado; ou a entrega de alguns presentes cá de casa pelos dentes e passo seguro do meu cão, totalmente recuperado de um susto incrível (o nosso milagre de Natal).
Estas emoções de puro encanto não se fazem notar apenas no Natal, felizmente.
Mas nesta época há uma magia muito especial no ar que é insubstituível.
Das amizades que não esmorecem
Este Natal, como em todos os Natais, recebi a chamada que nunca falha. Este ano chegou da fria Itália onde a irmã mora depois de se casar com um nativo daquele país.
Actualizámos um ao outro sobre o nosso ano. Vibrámos com as conquistas do nosso interlocutor.
Ouvi aquela voz que sempre reconheceria no primeiro instante, independentemente do tempo volvido sem a escutar, e sorri feliz por se encontrar tão cheia de vida e de projectos.
Partilhámos sonhos. Daqueles impossíveis. Daqueles que sempre partilhámos um com o outro. Rimos um do outro. Daquela forma afável que só quem nos quer bem consegue cantar num riso.
E desligámos, não sei bem quanto tempo depois, perdidos que estivemos no tempo.
De coração cheio.
Do que a blogosfera me dá
Já adivinhava que a preparação do Natal me ia afastar da internet e não quis deixar de vos desejar festas felizes e de partilhar convosco algumas recordações desta época, através de posts agendados. Está a ser muito bom voltar e encontrar os vossos cantinhos a debitar amor como neve nos Alpes.
As cerca de vinte visualizações diárias do blogue, que passaram a cem de um dia para o outro (por pouco mais de uma semana) voltaram a cair -- para menos de metade das anteriores vinte -- e mesmo assim nunca me senti tão preenchida.
Vocês fazem-me bem.
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