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quarta-feira, 5 de junho de 2013

A vida de pernas para o ar


Não é avassalador saber que podemos mudar tudo na nossa vida, de um momento para o outro, e só não o fazemos porque não queremos? Em mim inspira uma sensação de força indescritível. Podia mudar de profissão, de cidade, de língua principal como meio de comunicação. Podia mudar de estilo, de alimentação e de companhia. Podia abandonar a escrita da tese e comprar o primeiro bilhete de avião para explorar uma cidade europeia que não conheço. Podia tantas coisas, que correria até o risco de descobrir que outra vida me preencheria mais.

E vocês, que cenários criam quando pensam "E se eu... "?

domingo, 2 de junho de 2013

Do you?



O meu forte sempre foi acreditar em coisas impossíveis. Amores de contos de fadas, amizades extraordinárias, acontecimentos improváveis. Gosto da sensação que essas coisas conseguem provocar em mim. Gosto da forma como me fazem sonhar e pensar que vale a pena viver. Porque consigo senti-las, mesmo que ainda não façam parte da minha vida. Sinto-as tão perto que vivo na agradável sensação de estarem prestes a esbarrar-se em mim.  

E gosto de acreditar que é por isso que coisas absolutamente mágicas acontecem na minha vida. Hoje, um desses acontecimentos avassaladores, amorosos e indescritíveis, comemora quatro anos. 

sábado, 1 de junho de 2013

Casas cheias



Não gosto de casas demasiado alinhadas. Gosto do conceito arrumado na desarrumação. Gosto de decorações que permitem pegar, recordar, sorrir e pousar sem medo de estragar a disposição de objectos distribuídos a régua e esquadro. Gosto de pedras e plantas e janelas largas numa mistura aconchegante. Gosto, no fundo, de trazer a natureza para o interior da habitação. E gosto de passar por paredes assim. De onde saltam momentos, pessoas e sentimentos num amor sem fim.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Piquinhos


O meu cão que segure o ciúme, mas desde que a doce Canca falou na possibilidade de me dar um ouriço-cacheiro que eu não penso noutra coisa. Vocês sabem que esta paixão já não é de hoje...  Mas quem é que resiste a estes seres absolutamente amorosos?

Já devo ter visto cento e trinta e cinco mil vídeos no youtube sobre como cuidar deles. Resta-me saber se todos os cuidados estão disponíveis por terras de Camões. Vocês não estão já a pensar adoptar um piquinhos? Confessem... 



segunda-feira, 27 de maio de 2013

Parabéns :')




Hoje é um dia especial. Daqueles em que os foguetes deveriam ser lançados desde o nascer até ao pôr-do-Sol. Daqueles em que os passarinhos se organizam para dedicar sinfonias absolutamente perfeitas, e em que as estrelas decoram o céu apenas para ajudar na contagem de todos os abraços, beijos e sonhos que a Vida está prestes a oferecer a pessoas únicas. Porque hoje é um daqueles dias em que pessoas geniais, adoráveis e inesquecíveis comemoram aniversários. 

Hoje é um dia especial porque é o dia da Lia. Parabéns, querida! 


quinta-feira, 23 de maio de 2013

Meditação: truques e dicas (e a minha experiência)



A meditação não tem muitos segredos. É complicada por ser tão simples -- acho que as nossas cabecinhas se habituaram à multitude de tarefas em pouco tempo. A rapidez com que passamos de uma actividade para outra exigiu pronta resposta do cérebro que, uma vez adaptado, tem dificuldade em abrandar.

A meditação é uma forma de nos ouvirmos. De nos encontrarmos em nós, no silêncio. Quantas pessoas descrevem o estranho fenómeno de terem ideias no duche? Mas em que outras situações se permitem estar sozinhas sem distracções -- como um telemóvel, um comando televisivo ou um computador?

Meditar é abrir espaço para escutar. O som virá de dentro. Às vezes parece que estamos a falar sozinhos mentalmente, outras vezes pensámos na lista de afazeres para o dia seguinte -- a lista de distracções é infinita. Mas tudo o que precisamos é ser pacientes em relação à capacidade de saltar de um pensamento para o outro, mesmo quando queremos abrandar. 

No começo é mais fácil prestarmos atenção a algum tópico ou imagem mental em particular. Os mais perfeccionistas chamar-lhe-iam neste caso: Contemplação, em vez de meditação. Eu chamo "caminho para meditar". Eu comecei por fechar os olhos (mas podem mantê-los abertos se preferirem), num lugar tranquilo e silencioso (mas podem ouvir ruído de fundo, se for familiar e vos tranquilizar) e sentar-me numa posição confortável (no chão ou noutro espaço é indiferente desde que mantenham uma posição ergonómica correcta). De seguida foquei num lugar que me faria sentir protegida e tranquila. Para mim foi um jardim. Imaginei todos os detalhes desse jardim. Percorri-o na minha imaginação. Senti-o vívido ao ponto do aroma da relva e o canto dos passarinhos ser bem presente. Imaginei um rio perfeito e calmo, com água curativa. Imaginei que podia respirar debaixo dessa água e explorei o fundo do rio, as cores, as plantas e os animais. Uma vez familiarizados com o ambiente... coisas vão acontecer. Seres vão aparecer. 

No começo apareceram animais. Que falavam claro. Resistam à tentação de julgarem o que é dito, de ridicularizarem a vossa imaginação. Simplesmente aproveitem a viagem e divirtam-se. Mais tarde seres, vestidos de branco, deram o ar da sua graça. Claro que assim que vi alguém com uma forma humana corri na sua direcção e fiz mil e uma perguntas. Não me respondiam. Arrisco dizer que me ignoravam. Este foi o maior teste à minha paciência: relaxar ao ponto de já não ser importante que comunicassem comigo. Habituei-me à presença daqueles seres cujo rosto não via de forma definida e continuei a explorar o meu jardim. Encontrei bibliotecas extraordinárias, onde pirilampos me apontavam o livro a desfolhar. Às vezes os livros estavam vazios, outras vezes animados como um filme onde via partes da minha vida e do que parecia ser o meu futuro. Quando eu já não esperava, os seres começaram a falar comigo. Eu escutava-os com maravilhada atenção. 

Deixa de ser relevante se o que se passa na nossa mente é real ou uma alucinação, se estamos a comunicar com alguém que existe, quem sabe noutra dimensão, ou se é produto da nossa imaginação. Porque a sensação que trazemos desse lugar é tão perfeita, que vibramos naquela frequência o resto do dia. 

Nesse lugar recebi indicações de ideias e projectos no meu campo profissional que viriam a vencer concursos internacionais. Ainda que a minha formação científica me diga que recebi a informação de mim mesma, do meu subconsciente, a sensação de magia não se perdeu e a minha ligação à espiritualidade (diferente de religião) e à unidade, acentuou-se. 

Os meus truques e dicas:

1. Vistam roupa confortável e adoptem uma posição relaxante
Quanto menores os motivos de distracção mais eficiente o relaxamento. Se optarem por se deitarem em vez de sentar, é provável que adormeçam. Mas não desmotivem, não é uma corrida contra o tempo, estão apenas a descobrir o que funciona convosco. Se for o caso, da próxima vez sentem-se.

2. Aprendam a relaxar o corpo para conseguirem relaxar a mente mais rapidamente. 
Coloquem uma músiquinha suave, em pano de fundo. Eu sugiro sons da natureza ou os suspeitos do costume, que populam no youtube. 
Se não for suficiente, podem começar com uma meditação guiada. Há imensos vídeos e áudios online que servem este propósito. Eu sugiro uma pequena busca, para encontrarem a voz ideal. O site: calm.com é delicioso para começar. Podem alterar o pano de fundo (caso pretendam fazer a meditação de olhos abertos) e os sons que acompanham a paisagem mudarão também. O áudio encontra-se em inglês no entanto. Em português (do Brasil) sugiro esta meditação guiada escrita pelo médico Brian Weiss. 

3. Não julguem
Uma quantidade infindável de coisas estranhas vão acontecer. Estranhas e adoráveis. Não importa se é imaginação ou realidade. Importa que vos faça bem. 

Vão ter a sensação que são mais protegidos, que uma série de coincidências tende a acontecer, que são mais pacientes e o mundo é um lugar mais bonito. Em última instância: vão sentir-se mais  serenos, mais confiantes e mais ...felizes! 

Aguardo as vossas novidades 

terça-feira, 21 de maio de 2013

Happy birthday, sweetheart ❤





Love is the answer,
At least for most of the questions in my heart
Like why are we here? And where do we go?
And how come it's so hard?


Mmm, it's always better when we're together
Yeah, we'll look at the stars when we're together
Well, it's always better when we're together
Yeah, it's always better when we're together




And there is no, no song I could sing
And there is no combination of words I could say
But I will still tell you one thing
We're better together♪ ♫



domingo, 19 de maio de 2013

Quando o Amor comanda


Gosto de golfinhos. Gosto muito. E gosto que seja recíproco. Que nos tragam à superfície da água, quando perdemos os sentidos; que nos protejam de tubarões sempre que têm essa oportunidade.  

Gosto, enfim, do laço invisível que nos une não sabemos bem porquê, mas nos enche o coração. Como o Amor sempre o faz.






sexta-feira, 10 de maio de 2013


And all along I believed I would find you
Time has brought your heart to me
I have loved you for a thousand years
I'll love you for a thousand more.
Porque só um amor completo vale a pena. Daqueles que nos fazem rir sozinhos, sonhar acordados e desejar saltar da cama de manhã.

sexta-feira, 3 de maio de 2013


Leituras



Adoro ler. Gosto mesmo muito de me perder no tempo com um livro nas mãos. No início interessava-me aprender a escrever tão correctamente quanto possível. Lia tudo aquilo a que as minhas pequenas mãos tivessem acesso. Os meus pais eram os meus dicionários de serviço. 

Lá em casa havia uma colecção linda e imponente de seis livros de capa com letras douradas em fundo azul bem escuro, com ilustrações imperiosas: As Mil e Uma Noites. As páginas são únicas ao toque e eu achava aqueles pesados livros um máximo (na verdade continuo a achar). As histórias não são infantis e descobri isso não por as perceber na íntegra, mas quando a resposta a uma das minhas dúvidas foi respondida com a convicção de que: "Não deves ler esses livros... não são para a tua idade". Eu não percebi a lógica da afirmação, já que aquela história tratava de conceitos de higiene. E a esposa daquele sultão não deixava um só centímetro de costas por lavar, ainda que para isso precisasse da ajuda de três escravos! Provavelmente tinha um problema de flexibilidade. 

Mais tarde o critério alterou-se. Aprender a escrever correctamente continuava em pano de fundo, mas interessava-me especialmente a capacidade imaginativa dos autores. Histórias fantásticas, com seres que não existem, em lugares de onde a aventura parecia brotar até das pedras da calçada. 

Com a chegada dos e-books e da possibilidade de fazer downloads gratuitos (de qualidade duvidosa) percebi que a única coisa que me importa actualmente é o conteúdo (mesmo com gralhas e erros ortográficos). Ainda que continue a preferir livros físicos, o preço não é apelativo e penso que se o livro for realmente bom não é um ebook de má qualidade que vai afastar um interessado de adquirir a obra. Pelo contrário, vai aumentar esse desejo. 

Actualmente prefiro a categoria de não-ficção, ainda que as aventuras continuem a exercer um fascínio em mim. Três livros muito giros nestas categorias são:

1) O Dia Em Que a Minha Vida Mudou, de J. B. Taylor
Trata-se do testemunho de uma neurocientista que sobreviveu a um acidente vascular cerebral e conta a história, absolutamente inspiradora, de como o venceu. O poder da mente no processo de cura é mais uma vez exaltado, tema que me interessa de forma muito particular por dois elementos da família, de gerações diferentes, terem vencido formas incuráveis de cancro apenas porque decidiram que iam vencer.
Este livro foi bestseller do New York Times e da Publisher’s Weekly.

2) Comer, Orar e Amar, de Elizabeth Gilbert
É um livro de não-ficção, de leitura acessível, divertida mas profunda, sobre a forma como a autora encontrou paz interior depois de um casamento falhado e de um processo de divórcio complicado. Numa decisão radical decidiu viajar por um ano, sozinha, e viria a viver na Itália, Índia e Indonésia, onde se encontrou consigo mesma. A história é envolvente e leva-nos a questionar até que ponto nos conhecemos.
É um livro ideal para quem deixou de acreditar -- nas coincidências, no destino, no amor, na Vida.

3) The Once and Future King, de T.H. White
Uma clássico sobre o rei Artur e Merlin, imperdível pelo humor, pela leveza, e pela capacidade de nos fazer querer saltar para dentro da história. Infelizmente não encontro uma versão traduzida em português, mas recomendo vivamente a versão original a todos aqueles que leiam inglês.

Obrigada pelo desafio, Canca :) Eu passo o repto, de enunciar um livro de incentivo à leitura e de sugerir alguns blogues para que a iniciativa continue, aos sempre interessantes:

- HSB em homem sem blogue
- Leitor em Elas Vistas por Ele
- Aline Moura em Escritora de Cafeteria
- Nina em Nina...
- Suricate em Suricate
- Tiago Leal em Viagens no meu Caderno.

Canca e Somente EU sintam-se convidados a partilhar mais um livro :)

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Crónicas da viagem #3


Vejo uma taça de morangos perfeitos ao lado de uma taça de morangos tocados com kiwi, em cima da mesa da cozinha. Como não gosto de kiwis é-me fácil identificar a taça que me foi dedicada. Corto pequenos pedaços de banana perfeita para a sua taça, e coloco os pedaços mais maduros, que não gosta, na minha. Passo parte dos morangos perfeitos para a sua taça, e analiso com redobrado cuidado os tocados. Ele regressa à cozinha, retira da minha taça os pedaços de banana que acabei de cortar enquanto pergunta o que estou a fazer aos seus morangos.

- A deitá-los fora.
- Estão perfeitamente bem.
- A banana que estava na minha taça também.

Olhámos um para o outro, depois para as taças entre mãos e sorrimos divertidos. Cada um cuidava não da sua própria taça mas da do outro.

- Sabes porquê?
- 'Cause you're cute. - foi a minha resposta altamente científica.
- Porque cada um de nós se preocupa mais com o outro do que consigo mesmo.

E é assim desde que me lembro.
You're absolutely right, adorable 


quarta-feira, 1 de maio de 2013

Crónicas da viagem #2





A feira de emprego para recém-doutorados correu imensamente bem. Apresentaram-me toda uma panóplia de oportunidades que nunca considerei antes. Apresentaram-me até oportunidades que só pensei possíveis na Academia, e foram essas que me fizeram balançar na anterior certeza de que dificilmente quereria sair do contexto universitário. Team leader, repetiam, depois de passar os olhos pelo meu CV. Uma empresa após outra repetia as duas palavrinhas mágicas. 

Coordenar uma equipa de investigadores, recolher os dados que produzem, organizá-los numa apresentação digital e apresentá-los aos clientes em reuniões frequentes? Coordenar uma equipa de investigação? Gosto tanto dessa ideia. 

Depois do período de Doutoramento em que senti que trabalhei sozinha de princípio ao fim, preciso de uma equipa para sentir com redobrada intensidade a paixão por investigação.

domingo, 28 de abril de 2013

Crónicas da viagem #1


Quase dez meses depois, vislumbrei-o entre a multidão de novo. Entre idas e vindas, chegadas e partidas de pessoas de todas as nacionalidades. Na cidade do meu coração. 

No seu rosto aquele sorriso encantador, de quem já me observava há algum tempo, e o passo apressado de quem tem uma tarefa urgente para cumprir: entre sorrisos e centenas de pessoas perdemo-nos no abraço um do outro. 

Num abraço sentido, tão saudoso, tão feliz que rodopiamos como se estivessemos a dançar, por tempo indeterminado.


sexta-feira, 12 de abril de 2013

Da amizade - tributo ❤



Como é bom perdermo-nos em momentos mágicos, daqueles que em que a vida sussurra "Ainda não viste nada...". Como é único sentirmos de novo, e mais uma vez depois dessa, que a vida está cheia de adoráveis sorrisos que tornam coloridos os nossos dias -- e que sorrisos me traz a Amizade. A amizade enche a minha vida como de Sol se faz o Verão. Amizade, daquele género que não mais se esquece, que marca, que comove, que rouba sorrisos constamente. 

Daquele género que atura as minhas variações de humor, que apoia, que mima, e me impulsiona com inesgotável energia. 

E ainda daquele tipo que me surpreende com um bilhete de avião que me levará de volta à minha cidade de sonho -- vários meses depois de ter partido -- para matar saudades, para entregar abraços que queimam, para rir e chorar de emoção, para relembrar o cheiro tão típico daquele país e redobrar o empenho, a vontade, a convicção, de que ali é o único lugar onde serei verdadeiramente feliz.

E como se este coração ainda não tivesse tido emoção suficiente, na sequência, a vida sussurra "Ainda há mais..." e chega-me um outro convite para partilhar as férias e aprender a surfar com alguém que adoro, que me surpreende sempre com a simplicidade inocente de quem não tem noção da dimensão dos seus gestos.

Eu disse-vos uma vez e o meu coração exige que eu repita em resposta às surpresa que a Vida continua a oferecer-me:
Os meus amigos são os melhores 

terça-feira, 26 de março de 2013

quinta-feira, 21 de março de 2013

Da responsabilidade


Percebi que o meu corpo não estava a gostar da fase de completa inactividade desde que comecei a escrever a tese e me sento de manhã até à noite em frente ao computador. Depois do ar de surpresa perante o ingrato, percebi que o meu corpo não estava a montar um esquema para me desmoralizar antes do Verão, e sim que é minha responsabilidade cuidar dele. Chama-se mimo, cuidado, sentido de saúde. Ou ainda aulas de localizadamuscle pump ou body vibe. 

Ser responsável dói :P

segunda-feira, 4 de março de 2013

Prémio liebster - parte II


O prémio Liebster, qual filho pródigo, voltou a casa. E desta feita devo agradecer à simpática Suricate.

11 coisas sobre mim:
- A minha família é grande e unida, mas sou filha única. 
- Não gosto de pessoas que falam de pessoas. Prefiro pessoas que falem de si.
- A manhã é a parte preferida do meu dia.
- Dispenso chocolates e doces de todas as espécies, mas sou incapaz de dizer não a um gelado.
- Quero aprender a pilotar (objectos voadores identificados).
- Quero um ouriço-cacheiro como animal de estimação.
- Não gosto de rever filmes, mesmo que os tenha adorado. 
- É um fenómeno estranho na minha vida ser cumprimentada pela minha serenidade, quando na verdade sou bastante impaciente.
- Gosto de gente simples, de sorriso fácil.
- Quando estou fisicamente cansada rio-me facilmente.
- O maior elogio que me fazem é achar que respondo "não sei" não porque não saiba, mas porque tenho preguiça em explicar.


11 perguntas que a Suricate me fez:
1. Há alguma coisa que te deixe envergonhada? O quê?
Várias. Por exemplo: esquecer-me do nome ou rosto de alguém que conheci recentemente e me cumprimenta efusivamente num local público. Incomoda-me muito que se sintam constrangidos, quando na verdade a culpa é minha.

2. O que não eras nunca capaz de fazer por ninguém?
Sou capaz de pensar em duas ou três coisas que não seria capaz de fazer em condições normais, mas em circunstâncias extremas... como ter certeza? Não sei.

3. Se pudesses, o que fazias pelo teu vizinho do lado, por aquela pessoa que passa por ti na rua, por um desconhecido que pudesses ajudar?
Quando posso ajudar ajudo, não fico à espera de um dia especial.

4. Que rotina diária não dispensas?
A de higiene pessoal.

5. O que te faz mais feliz durante um dia normalíssimo?
Tomar o pequeno-almoço tranquila, numa manhã de Sol. Nesses momentos, em que o dia se encontra completamente por revelar, acredito facilmente que coisas extraordinárias podem acontecer. E isso faz-me feliz.

6. O que mais ambicionas?
Realizar-me através das minhas conquistas pessoais e profissionais, e viver o sucesso dos que amo.

7. Se pudesses, onde irias já amanhã? E com quem?
Suíça. Com a minha família.

8. O que mais te magoa?
Magoar pessoas de quem gosto muito, mas não poder proceder de forma diferente.

9. Primavera/Verão ou Outono/Inverno?
Cada um na sua fase. Mas sou uma apaixonada pelo frio.

10. Falas outra língua além da tua materna? Qual?
Sim. Inglês fluentemente, francês e espanhol já conheceram melhores dias mas ainda me desenrasco.

11. Fecha os olhos um segundo: qual é a primeira palavra que te vem ao pensamento?
Amor.

Vou alargar a atribuição deste prémio a todos os que me lerem. Por favor deixem o link do vosso blogue nos comentários, vou gostar muito de ler as vossas respostas.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Bom dia ❤




Das coisas giras de viver numa pequena vila é ainda existir um padeiro que toca à campainha todas as manhãs, com pão quentinho e variado, e nos oferece um sorriso largo e palavras simpáticas independentemente do grau de sonolência em que nos apresentamos e do cabelo desalinhado. 

Das coisas giras de viver numa pequena vila é ter o canto dos pássaros como som predominante. Dos pássaros e do meu adorável cão -- que ladra ao padeiro, aos pássaros, e ao orvalho que lhe cai em cima quando toca nos arbustos do jardim. 

Pequeno-almoço colorido, cheirinho a café, e o Sol, ao som destes senhores, complementam começos de dias perfeitos assim. 


Tão perto e tão longe do burburinho da civilização. 
Acho que não saberia viver de outra forma