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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Escrita inteligente


Esta engraçadissima conversa fez-me lembrar um episódio da minha própria vida. 
Ainda a viragem de milénio não tinha ocorrido quando um grande amigo meu me comunicou que tinha um telemóvel novo muito giro com uma novidade inserida: a agora famosa escrita inteligente. Percebi qual era o sentido daquela apresentação quando me disse que deveria sair bem claro que ele não dominava a arte a 100% e se algum erro acontecesse eu devia perdoá-lo imediatamente em vez de deixar de lhe falar para todo o sempre.

- Que exagerado. Que poderias dizer-me resultado da escrita inteligente que me desagradasse a esse ponto?
- Bom, ontem na sms que enviei e em que escrevi o teu nome, só momentos antes de pressionar a tecla "enviar" percebi que em vez dele estava escrito "Boa".

Perspicaz o menino. Melhor prevenir do que remediar.

Coisas que me fazem rir

 


O cérebro é o órgão mais interessante do corpo humano.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Words fail me




E ainda na saga da aprendizagem da língua inglesa:

- (...) So, his mom gave him a haircut! - disse eu.
- A mãe deu-lhe o quê? - perguntou a minha mãe.
- She cut his hair.
- Cortou-lhe o cabelo?
- Yes.
- E ficou bem?
- No, he hated it.
- O quê?
- He... -- incentivei a tradução palavra a palavra, com a minha pausa.
- Ele.
- Hated...
- Detestou.
- It.
- "It"?
- Sim: Ele detestou o corte de cabelo. -- completei.
- It significa corte de cabelo?!


Ensinar não é para todos.

domingo, 6 de janeiro de 2013

Words fail me



O meu pai propôs um brinde durante o almoço e a minha mãe não perdeu a ocasião:

- Filhota, como se diz "Saúde" em inglês?
- Health. - respondi - Mas não é essa a expressão que usam nos brindes.
- Ah, já sei! É... "cheese".
- Cheers! - corrigi em gargalhadas.

Cheese foi oficialmente declarada a palavra preferida da minha mãe.

sábado, 5 de janeiro de 2013

Dálmata que chilreia como um cavalo. Eu conheço.




Quando regressava a casa vi o meu vizinho P, de 5 anos, agitar as mãos pequenitas no ar, em jeito de Olá!. Saí do carro para o cumprimentar e ouvi um som estranho que vinha algures do terreno dele.

- ABT, ABT, já conheceste a Lolita? - perguntou entusiasmado.
- Não. Quem é a Lolita? Compraram uma égua? 
- Não, é uma Dálmata. -- Respondeu em gargalhadas -- Mas chilreia como um cavalo, não é?!
- Relincha. - corrigi entre risos.
- Isso! - respondeu bem-humorado.

Adoro este miúdo 

Words fail me



Começo a achar que aquelas saídas adoráveis que associamos aos miúdos não são exclusivas das crianças: são características de todos aqueles que não se cansam de aprender.

A prová-lo está a minha mãe que, no contexto da sua aprendizagem da língua inglesa, continua a dar-me vontade de rir e cobri-la de beijos -- tudo ao mesmo tempo. 

Pediu-me que em alguns momentos do dia lhe falasse em Inglês, para que pudesse habituar-se ao som das palavras em frases completas. Achei que seria ainda demasiado cedo para este exercício, mas está a correr de forma bastante mais fluida do que eu esperava. Numa dessas ocasiões, percebendo o seu sobreolho franzido, tentei descobrir qual a palavra que estava a dificultar-lhe a vida:

- What does it mean the word "meaning"?
- Não percebo nada do que estás a dizer.
- Estava a perguntar qual o significado da palavra "meaning".
- Não sei, só conheço: cinnamon.

Ri à gargalhada.

- O que foi? Também é comprida e complicada...

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Coisas que me fazem rir


Começou o ano e com ele as resoluções de que é necessário comer melhor, mais saudavelmente. Afinal somos o que comemos. E, sendo verdade que a alimentação faz um mundo de diferença na nossa qualidade de vida, sempre que escuto aquela frase lembro-me da resposta dada no engraçado cartoon acima: 

"[Nesse caso] Tenho de comer uma pessoa magra".

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013




A minha adorável mãe adora a língua inglesa. A paixão chegou há imenso tempo, mas começou a levá-la a sério quando a incentivei a aprender. Dedicada, estuda por material visual e aúdio que seleccionei online e rapidamente aprendeu imenso vocabulário. 

Eu trouxe do estrangeiro maus hábitos linguísticos que incorporei inconscientemente na língua portuguesa e tento agora evitar. Entre eles encontra-se o sheesh que se me escapa entre os dentes sempre que alguma pequena coisa chata me acontece -- como um garfo que cai ao chão quando estou na mesa de refeições ou uma caneta que insiste em não escrever. A minha mãe, apanhando os meus maus hábitos, saiu-se hoje com um cheese que me fez rir por meia hora.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Culturas diferentes... café divergente


Adoro café. Na Suíça conheci a Nespresso depois de vários meses de desgosto a cada tentativa de me deliciar com um expresso, e voltei a ser feliz. Como na geralidade dos países não-latinos, por terras helvéticas a intensidade de um café é a mesma dos nossos... hum... carioca extra suave. E chamam expresso ao que nós chamamos de balde de carioca extra suave.

O meu melhor amigo naquele país é Americano. Um sobredotado de 25 anos com dois cursos tirados em concomitância, um mestrado e um doutoramento prestes a ser concluído. Esta alma adorável, genial e de natureza super-divertida, que chegou à Suíça com o seu alargado conhecimento em café americano, resolveu um dia parar numa máquina self-service da universidade. Pressionou o botão uma vez, e outra e mais uma e mais outra, achando que havia um problema com o equipamento, dado o reduzido volume de café servido no copo. Desistiu da tarefa e dirigiu-se à menina da caixa registadora, que lhe perguntou o que pagava. E ele respondeu um expresso. Ela pegou no copo e, olhando para o seu interior, respondeu que seriam provavelmente 4 ou 5. Ele pagou 8CHF (cerca de 6.5€) pelo "expresso".

Eu não conseguia parar de rir quanto ele me contou, indignado, que em meia dúzia de goles bebeu o curto café. E ele não conseguiu parar de rir quando lhe contei que o conceito de um expresso Suíço era já, para um Português, um desperdício de água.


domingo, 16 de dezembro de 2012

Este Natal eu quero...



A Zooey não pensou mal. Mas se nos outros dias é complicado, acho que pelo menos no dia de Natal podíamos tentar, hum?

sábado, 15 de dezembro de 2012

Bom dia ❤




Adoro as manhãs. Gosto de estar rodeada de pessoas que amo, mas também aprecio muito o silêncio. Aquelas alturas de puro encontro com o nosso interior, com os nossos medos e com as soluções. Adoro o som dos bichos, das folhas, do vento. E mesmo que o Sol se esconda e a chuva caia, o encontro com um bom livro e um café forte traz um pedacinho de céu ao nosso dia. Bom dia 

domingo, 2 de dezembro de 2012

Músicas que já me dedicaram (e me fazem rir)



Não sou boa actriz, minto extremamente mal. Por saber isso já nem tento inventar uma boa desculpa em momentos-chave. Em vez disso, em resposta a convites, acabo por simplesmente hesitar: Não sei se posso, é difícil... depois digo-te... A última vez que isto aconteceu a pessoa em questão, encantadora e educada, percebeu perfeitamente que eu estava a dizer não, mas nem por isso desistiu ali. Colocou uma faixa musical a passar e ouvi-la de novo provocou-me largos sorrisos. Porque adoro música brasileira, aquece-me o coração, e porque o acompanhamento dele foi demasiado engraçado:


Você disse
Que não sabe "se não"
Mas também
Não tem certeza que "sim"...

 (...)

Eu levo a sério
Mas você disfarça
(...)
Insiste em "zero" a "zero"
Eu quero "um" a "um"...

(...)

Mais fácil aprender
Japonês em braile
Do que você decidir
Se dá ou não...





No final, entre as minhas gargalhadas, deu-me o espaço que a minha resposta pedia e respeitou pacientemente.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Coisas que me fazem rir


A zona de comentários dos jornais online são autênticas fontes de estudo de comportamento sociocultural. A Casa dos Segredos ao pé destes espaços é uma brincadeira de crianças. A minha perspectiva pessoal aponta no sentido de que basta dar liberdade e uma capa às pessoas, como aquela que a internet fornece, para sabermos de que material são feitas. Já não é necessário dar-lhes poder. Ou talvez essa seja uma forma de poder -- a única que conhecem. Não compreendo porque os jornais não exigem pelo menos um registo oficial no site na tentativa de evitar os insultos gratuitos que populam nestes espaços. Mas não é isso que me leva a escrever. 

Há uns dias um jornal desportivo reportava o passeio no Rio Douro de um jogador do FCP que se chama Defour. E apesar dos pesares (leia-se: insultos em todas as direcções com muitos erros ortográficos à mistura), alguns dos comentários que acompanhavam a notícia arrancaram-me uma gargalhada. Atentem no palavreado:

- (...) NÃO HÁ PROVEDOR NESTE TIPO DE COMUNICAÇÃO??? EXCLUÃO, permanentemente este JAVARDO de ter, aqui, opiniões. ISTO É VANDALISMO. PFavor.

E a resposta?

- Vocemessê é um piroso, indigno de Portugal. Regresse pf para o buraco de onde nasceu.


Mas de onde desencantam as pessoas espírito para estas batalhas?
Usem essa energia numa batalha muito mais gira: de bolas de neve dentro de casa:



[Quando estão a dobrar meias e elas ficam naquele formato meio esférico, não vos apetece atirá-las, em jeito de bola de neve, à primeira pessoa que entrar na divisão?]


quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Gosto desta casa


Para mim os lugares mais espaçosos de uma casa deveriam ser os quartos, não as salas. Claro que se as duas divisões forem adoravelmente amplas melhor ainda, mas geralmente as salas são gigantescas em comparação. Não, o quarto não me serve apenas para fechar os olhos até ao dia seguinte. É o espaço que uso para ver um filme aconchegada, para espalhar cremezinhos de corpo depois do duche, para guardar a minha roupa, para ler, para escrever emails e uma infinidade de outras actividades, portanto passo bastante tempo por lá. 
No passado já instalei o quarto na suposta sala e a sala no suposto quarto de dormir. E não me arrependi. A sala de estar/jantar mais pequena deixa os convidados dispersarem menos e interagirem mais; e além disso temos sempre como extensão dessa divisão: a cozinha, que se quer confortável, cheirosa e cheia de coisas apetitosas.

Esta cama no meio do que parece ser uma sala deixou-me de sorriso nos lábios. 
Afinal esta minha maluquice é global.




sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Nat Geo Wild adoro-te.


E por falar em cabeleireiros, achei que tinha de partilhar este penteado:


E este.


 E este (que a Tina Turner já usurpou):

E esta maquiagem:


Inspirem-se.
 

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Thank you, Ryan


O Ryan Gosling é o género de homem que apesar de não ter um rosto particularmente bonito, tem um sorriso adorável e uma postura tão marcante que o tornam um homem muito muito interessante. Estes "Hey girl" que andam a circular pela net, e já o fizeram ir às lágrimas de riso, são muito engraçados.

domingo, 4 de novembro de 2012







A minha mãe, querendo mudar de canal e deparando-se com a parafernália de comandos que individualmente controlam a TV, MEO e o som cinema em casa:

- Onde é que está o comando verdadeiro?

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Só para esclarecer


Esta imagem arrancou-me uma gargalhada, mas foi com certeza editada por um homem.
Tenho a dizer em nossa defesa que quando vos informamos que estaremos prontas em cinco minutos acreditamos realmente no que estamos a dizer. Acontece que temos uma percepção da passagem do tempo um bocadinho desafinada, dizem as evidências.