Mostrar mensagens com a etiqueta Amor. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Amor. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Do espírito de Natal



Este Natal preencheu-se de emoções. Daquelas que chegam devagarinho através dos ajudantes do Pai Natal, e daquelas que se instalam com propriedade em todo o espaço vibrante do nosso coração quando nos encontramos rodeados de família e amigos à mesa de consoada.

No meio de tanta magia, encheu-me o rosto de sorrisos ver o entusiasmo do meu pai rivalizar com o das crianças, com um presente totalmente inesperado; ou a entrega de alguns presentes cá de casa pelos dentes e passo seguro do meu cão, totalmente recuperado de um susto incrível (o nosso milagre de Natal). 

Estas emoções de puro encanto não se fazem notar apenas no Natal, felizmente. 
Mas nesta época há uma magia muito especial no ar que é insubstituível.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Das almas-gémeas



E fica quase tudo dito.
Não há mas, e apesar de, nem não há pessoas perfeitas. Há sim: casais perfeitos. E se alguém tenta minar a individualidade da outra pessoa, substituí-la ao jeito de uma formatação informática por uma cópia da sua própria personalidade, esse é um sinal claro de que estão ao lado da pessoa errada.

Ver alguém que adorámos a viver uma situação destas (na posição de elemento formatado) é coisa para testar os nossos nervos. Mas aguentar estoicamente e só dar uma opinião se pedida é a única opção. 




sábado, 15 de dezembro de 2012

Cumplicidade




...mesmo aquela entre casais que desconheço, faz-me sorrir. Como os da foto. E os que se passeiam no parque. Não é frequente encontrá-los, mas quando acontece enchem-me o coração. 

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Bom dia ❤



And you play it coy, but it's kind cute
Ah, when you smile at me you know exactly what you do
Baby, don't pretend that you don't know it's true
Cause you can see it when I look at you

And in this crazy life, and through these crazy times
It's you, it's you, you make me sing
You're every line, you're every word, you're everything 

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Feel that?



Não estou a saber lidar com esta situação... 
Por um lado é alguém com quem me preocupo, que adoro e a quem desejo o melhor. E por isso mesmo é alguém que quero ter perto de mim. Porque nos rímos como ninguém quando estamos juntos, porque confiamos plenamente um no outro.  
Por outro lado, não sei se o magoo mais com a minha presença do que magoaria com a minha ausência. Vivi 3 anos fora do país em que nos víamos meia dúzia de vezes por ano quando vinha cá de férias e em que nos escrevíamos aqui e ali. E nada mudou dentro de mim, disse-me. 

Mas se a distância não acalma a dor, e a presença não altera a decisão que tomei no passado, o que devo fazer então? Esta dúvida consome-me...


quinta-feira, 22 de novembro de 2012

À conquista do mundo



Nunca tinha recebido por telemóvel a informação do casamento de uma grande amiga -- acontecido umas horas antes a vários quilómetros de distância. Especialmente se no convite de casamento se assinala um mês de 2013 e um local a 10 minutos de minha casa.

- Vamos para os Estados Unidos, vamos para os Estados Unidos!

O motivo é excelente e eu fiquei super feliz por eles.
 Que o futuro seja brilhante!




quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Das reacções involuntárias



O estranho momento em que um amigo nos diz preciso dizer-te uma coisa e decide que o momento certo é assim que nos despedimos e, por isso, se encontra apenas a alguns centímetros do nosso rosto. 
Recúo instintivamente no momento em que ouço estas palavras. O que não é bom para o coração frágil de alguém que nos é querido.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Da fé





O estranho momento em que pessoas que muito valorizamos tentam regressar ao passado amoroso que um dia nos uniu, assim que descobrem que estamos solteiras. Não. Não acredito em pessoas certas no momento errado. Para mim, o Amor entre duas pessoas que realmente nasceram uma para a outra faz com que se reconheçam e não mais concebam a vida longe uma da outra.
Parece-me que as pessoas têm uma facilidade enorme em deixar que a ilusão se manifeste quando a amizade é grande. Não me façam perder a fé na amizade.


quinta-feira, 1 de novembro de 2012


Só para informar que apesar de poderem terminar com todas as discussões desta forma adorável, isso não significa que seja justo!

domingo, 28 de outubro de 2012

Das boas ideias



Adoro o ritual de preparar um fondue. Este foi mais um dos milhares de hábitos adoráveis que me encantaram na Suíça. Chocolate derretido, frutas de todos os géneros e extras para o topo do chocolate tornam uma tarde de Domingo como esta -- fria, ensolarada e em boa companhia -- ainda melhor. 

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Passagens da minha vida



Quando olho para o lado emocional da minha vida, tenho a sorte de ver coisas muito muito bonitas. Tive muita sorte com as pessoas que conheci. Uma em particular foi-me trazida à memória quando lia um post do MS. Pensando na resposta à pergunta que fazia, recordei a minha própria vida, a minha história.

Um amor platónico, daqueles tão bonitos, tão intensos, tão extraordinários, que não parecem reais e por isso mesmo nos assustam. Aquele género de amor que nos faz ficar acordados pela madrugada a conversar por mensagem. Aquele género que faz com que as conversas terminem apenas quando um de nós adormece enquanto espera, com o telemóvel em cima do peito, pela mensagem que chegará do outro lado. A nossa amizade era imensa, a nossa presença na vida um do outro era absoluta. Um dia, fruto do erro gigantesco que representa sermos mais fiéis aos nossos medos racionalizados do que à nossa intuição, essa amizade foi interrompida. Com muitas lágrimas a rolar de um lado e de outro. Anos mais tarde, de completa ausência de comunicação, não resisti a enviar-lhe um email. Não tinha mais de uma frase mas gerou uma troca amarga de emails, que esclareceram tudo o que não foi dito anos atrás. Quando o vulcão de sentimentos naquelas palavras azedas acalmou, queríamos ver-nos. Eu mal podia esperar por rever o sorriso absurdamente lindo que tinha. Mas desmarcou. E voltámos a marcar. E eu desmarquei. E voltámos a marcar e novamente desmarcámos. E quando finalmente deixámos as desculpas de lado e conversámos sobre o porquê de estarmos a marcar e desmarcar constantemente, ele disse-me: "Não sei como vou reagir à tua presença de novo. Não posso correr o risco de passar novamente pelo mesmo. Da última vez precisei de anos para me levantar e desta vez acho que não me levantaria..."

E não nos vímos. Precisamente por ser tão forte o sentimento que lhe dedico que não posso correr o risco de o magoar com as minhas dúvidas existenciais. E eu sou cheia delas.
E ainda hoje eu penso nele com tanta alegria quanto tristeza. E desejo intensamente que esteja tão feliz quando eu desejo ser.