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sexta-feira, 20 de março de 2015

Coisas do Amor


Tantos motivos para ter ciúmes (e nada), e "reclama" porque mencionei a intenção de pedir o download de um filme a um grande amigo nosso. Vale dizer que este amigo tem todo um sistema online (cujo acesso partilhou connosco) para guardar e gerir quantidades inacreditáveis de informação -- filmes incluídos. Mas...

- Eu é que sou teu namorado. Esse trabalho é meu!

Ah, pronto. Não sabia que só os namorados podem fazer tal coisa.
Mas deve estar num livrinho de regras qualquer, porque ele estava muito certo do que dizia :P 

quinta-feira, 19 de março de 2015

Já que estão todos a sacar de fotos antigas*...

É só para dizer que além do melhor, o meu pai é o mais giro também!



* Eu percebo... eu também não mostro as minhas fotos, logo não hei-de mostrar fotos que identifiquem na actualidade os meus pais :P



Adoro escrever notinhas carinhosas ao meu pai. Vê-lo derretido em substituição do ar forte e impenetrável que habitualmente o caracteriza. Eu e o meu pai somos muito próximos. Na realidade, eu e os meus pais. Mas este é o dia dele. E eu podia dizer, também aqui, o quanto o amo e o que de extraordinário fez por mim todos estes anos. Mas, por saber que desconhece este cantinho, reservo as palavras só para si, e deixo apenas uma nota aqui.

A nota sobre a perfeita descrição do meu Pai -- o único homem de quem ele tem ciúmes, pelo o orgulho imenso que embrulha cada palavra minha sobre o meu Pai:

"I know, your dad is a superhero."

É isso.

Em contagem decrescente ❤


Para ver as refeições interrompidas por saudades em forma de beijo.






Da alegria.


Iniciou-se a contagem decrescente para fazer as malas novamente. Desta vez as saudades vão focar-se naqueles que ficam em Portugal -- especialmente nos meus pais. Mas evito pensar nessas saudades para conseguir viver em pleno esta alegria que também sinto, com a partida. Alegria por voltar, de malas e bagagens, a uma cidade que me faz bem, que tem tudo a ver comigo, que me faz sentir em casa tão longe do meu país. Alegria por rever os amigos que fiz e me ajudam a escrever aventuras memoráveis sempre que estão por perto. Alegria por reencontrar uma casa que decorei e, independentemente do número de meses que passo longe dela, continuo a sentir como minha. Alegria porque ele está dentro dela. Porque vamos voltar a cozinhar juntos, a fazer piqueniques no jardim de casa, a dançar descalços no silêncio da noite, a gargalhar juntos até doer a barriga.

Quando esqueço as saudades, agradeço a alegria por ter a sorte de ter dois lares, em dois países distintos. Agradeço a alegria por ter sempre o coração tão cheio que se torna difícil dizer Até já.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Inês


Se eu morresse esta noite, sem possibilidade de comunicar com ninguém, não teria arrependimentos pelo que não disse. Percebo que, de uma maneira ou outra, sempre fui clara sobre os meus sentimentos e intenções relativamente a todos na minha vida. Pelo menos essa é a minha convicção interna, e se alguém não sentiu da mesma forma, mas não mo disse, o que poderia eu fazer para corrigir a situação?

No entanto, há alguém a quem não disse tudo o que queria. Só percebi que tinha toneladas de coisas para lhe dizer meses depois de já não o poder fazer. E isso ainda me consome.

Pese embora o tanto que amava a minha avó, não tive perspicácia para perceber que nunca mais conheceria alguém semelhante na minha vida e que, também por isso, deveria aproveitar cada instante ao máximo. E daí o tanto que ficou por dizer. Por perguntar. 

Para dizer a verdade, toda aquela perfeição não me parecia tão perfeita assim, na altura. Chegava até a... magoar-me. Queria que se tivesse revoltado, que tivesse esbravejado, que se tivesse protegido muito mais do que fez. Ela levava a sério aquela "história" bíblica de dar a outra face. E essa capacidade inacreditável de ter (realmente) dó da estupidez alheia, em vez de se revoltar contra ela (especialmente quando essa estupidez a afectava directamente de formas inimagináveis), sempre gerou todo o tipo de sentimentos de revolta em mim. Claramente bastante menos evoluída do que ela, eu só tinha vontade de abrir a cabeça ao meio àquele que lhe fazia a vida num inferno. Como não podia, dediquei-lhe apenas a mais profunda indiferença, pese embora as inúmeras tentativas de aproximação que ele sempre levou a cabo. Fomos, por minha vontade, estranhos que conviviam diariamente.

Em vez de me revoltar com as acções dele e com a falta de reacção dela, deveria, como agora, ter ficado fascinada com a sua capacidade de perdoar. E como é possível perdoar a quem magoa tanto aqueles que amamos?

Não ter aprendido mais com a presença da minha avó é, por certo, o meu maior arrependimento. Nunca mais cometi esse erro com pessoas especiais. Nem pretendo.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Gargalhadas que não quero esquecer ❤




[Eu] https://www.youtube.com/watch?v=n543eKIdbUI&list=PL5D9951DA7E0E0DD4. I wanna a train like that in our living room at christmas time.




[Eu] This better be the website of a store to buy it :P [pausa para rever um pequeno vídeo de filme de animação que já nos rendeu muitas gargalhadas] Sheesh, I get no support I see.

[Ele] Well, me neither. I've been proposing for a long time to kidnap the sandy claws. But nooo.


domingo, 11 de maio de 2014

O meu amor (que é teu) ❤


Todo cambio cuando te vi
 De blanco y negro al color me convertí 
Y fue tan fácil quererte tanto

terça-feira, 22 de abril de 2014

Coisas que me roubam sorrisos


Carentes



Não há turn off mais eficiente, dentro da categoria "Não te falto ao respeito", do que alguém em constante necessidade. De tudo. De palavrinhas lamechas, de abraços apertados, de beijos apaixonados. Não me entendam mal, compreendo bem os românticos. Mas românticos e carentes vivem em mundos diferentes. 

Os românticos têm um visão tão terna do amor que tocam a outra pessoa, fazem-na ter vontade de abraçar mais, de cuidar mais, de mimar mais. Os carentes, por seu lado, são tão inseguros em relação a si e, consequentemente, ao que o outro sente por si, que fazem marcação cerrada de birras e pedidos de mais (mais abraços, mais palavras doces, mais mimo enfim) até encher a paciência. Do companheiro/a e dos que os rodeiam.

Há que apaziguar a constante necessidade de pedir.
Afinal, um carinho a pedido não preenche; dar tem de ser uma vontade genuína da pessoa amada.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

As engrenagens do Amor



Percebemos que estamos irremediavelmente apaixonados quando temos vontade de cobrir de beijos alguém que diz... borbuia [borbulha]. Numa voz adoravelmente adulta e masculina.

sábado, 19 de abril de 2014

Momentos "what the heck is going on...?"



O speakme é uma aplicação do sistema operativo Andróide. Como o nome indica o speakme lê tudo o que chega ao smartphone. Ajuda a que possamos distinguir a urgência da notificação, portanto. Mas lê com uma entoação que eu e ele achamos bastante engraçada. De mensagens a apontamentos no calendário, do remetente e assunto dos emails até... à primeira linha de chats. 

E eis senão quando, entre o silêncio que o trabalho pede, começo a ouvir (coisas como):

The service began. It consisted of the following. The priest, having dressed in a strange and very inconvenient garb, made of gold cloth, cut and arranged little bits of bread on a saucer, and then put them into a cup with wine, repeating at the same time different names and prayers. Meanwhile the deacon first read Slavonic prayers, difficult to understand in themselves, and rendered still more incomprehensible by being read very fast, and then sang them turn and turn about with the convicts. The contents of the prayers were chiefly the desire for the welfare of the Emperor and his family. These petitions were repeated many times, separately and together with other prayers, the people kneeling. Besides this, several verses from the Acts of the Apostles were read by the deacon.

E não consigo parar de rir.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Dos sites de encontros


A propósito do post anterior, acabou por se falar de coisas muito interessantes na caixinha de comentários. Várias pessoas têm mesmo essa ideia de que os sites de encontros são lugares onde não reina a honestidade, mas eu não tenho assim tanta certeza.

Verdade seja dita nunca entrei em um, mas conheço pessoas que têm vontade de o fazer e são óptimas pessoas. O problema que têm em comum é o mesmo: são inseguras. E por o serem inventam desculpas sobre porque não conhecem ninguém novo há imenso tempo (e estou a falar de relações de amizade também, não de amor apenas): o trabalho é muito, não têm tempos livres, as outras pessoas parecem interessadas em relações abertas (leia-se: estão em frequências diferentes), a timidez atraiçoa-os, [etc e tal]. E por isso é-lhes mais fácil irem directos ao ponto "quero encontrar um namorado/a, e é mais fácil encontrá-lo num lote de pessoas que também querem encontrar namorado/a". 

O problema disto é precisamente aquele que faz os sites parecerem pouco confiáveis aos olhos de quem não está desesperado em busca de um amor: onde há pessoas frágeis, que se expõem, há aqueles que se vão aproveitar disso. E aí, perde-se todo o sentido de usar essas ferramentas para procurar amor, não é?

Eu não pretendo chocar ninguém com o uso do termo "desesperado", mas parece-me sempre que as pessoas mais zen são as que encontram as suas metades mais depressa. Talvez porque deixam as coisas fluir, as amizades acontecer, sem avaliar neuroticamente tudo a todo o momento -- o que torna a relação esquisita aos olhos dos outros, que acabam por se afastar antes mesmo de se conhecerem convenientemente. 

Exemplo disto é um colega meu, investidor de risco num famoso banco Suíço, que um dia passou meia hora a conversar com uma menina numa festa e a convidou para um conhecimento mais profundo no seguimento da conversa. Soube nesse instante que a rapariga tinha namorado e, furioso, resolveu gritar-lhe: "Então porque raio estás a conversar comigo há meia hora?! Não me faças perder mais tempo" e saiu disparado. O amigo (em comum) que me contou esta história ficou tão boquiaberto quanto ela e desculpou-se como pôde. Hoje é uma história engraçada (no dia em questão não teve graça nenhuma :P), mas acho que diz muito da forma como diferentes pessoas encaram as relações interpessoais. Aliás, curiosamente, a amiga que me falou na sua intenção de usar um site de encontros tem a mesma profissão que o protagonista principal da história acima. Talvez seja o stress de serem imensamente lógicos o dia inteiro que os faz ter esta abordagem tão objectiva, ou a falta de tempo de que tanto se queixam, mas o facto é que não parece correr-lhes bem a procura pela cara-metade. No entanto, ninguém os pode acusar de não serem honestos.

Se confiassem mais em si e dessem tempo ao tempo, tudo seria diferente...

quinta-feira, 27 de março de 2014

❤❤❤

Há pessoas que nos tempos livres fazem coisas assim. Pessoas especiais, por certo. Que transbordam serenidade, acertam o coração de perfeitos desconhecidos e os fazem cair de amores por todos aqueles que estão do outro lado: mãe (atrás da câmara fotográfica), filhos, animais de estimação, ambiente, ...tudo enfim.













Mais fotos aqui

segunda-feira, 24 de março de 2014

Amor a dois tempos


Todos sonhamos em algum momento da nossa vida com um amor especial. Todos quisemos que existisse alguém capaz de nos fazer sentir em Casa, antes de nos esbarrarmos com essa pessoa. Alguns, senão a maioria, continuam a busca. Mesmo quando pensam que não. Todos queremos uma pessoa única, uma história especial. Todos queremos ser a história irrepetível na vida dessa pessoa que um dia sentimos na nossa pele como se já estivesse ao nosso lado.

No entanto, quase todos padecem do mal do dar. Do mal de por dar, exigir que o alvo do sentimento sinta o mesmo. Se o meu sentimento é tão puro, o que há de errado com a outra pessoa para não o ver, não o querer, não se atirar neste paraíso que estou disposto a construir por nós?

Quem se enamora vê perfeitamente que encontrou a pessoa certa, portanto a outra pessoa só pode estar cega (ou parva) para não ver o mesmo. Quem não é amado por aquele que ama, em determinado momento da vida,  esquece-se que o Amor é especial precisamente porque não podia acontecer com qualquer par. Mesmo que o par em potencial (que nunca se concretizará) seja constituído por duas pessoas extraordinárias. 


Vale a pena perceber a vida pelos olhos daqueles que não amam, independentemente de quanto admiram o outro. E perceber que certezas absolutas não existem e que talvez aquele sentimento aparentemente avassalador esteja a ser dirigido à pessoa errada. Essa pessoa não está confusa, não tem medo de ser feliz, não está a ser cuidadosa: essa pessoa não está, isso sim, apaixonada. E vale a pena aguardar pelo Amor. Estar disposto a "amar por dois" é o erro mais inocente e doloroso daqueles que se enamoram primeiro pelos outros e, só depois, por si.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Laços que não se desatam






Sempre me entristeceram relações que já não admitem conversas. Relações entre pessoas que um dia foram importantes uma para a outra e que por vontade do destino se separaram, inviabilizando-lhes a capacidade de conviver, mesmo que esporadicamente. Pessoalmente tive a felicidade de não cruzar essa paisagem. Não há ninguém na minha vida pessoal que não mereça um beijo e um abraço quando nos revemos.

Hoje, enquanto falava com uma amiga do coração, dei por mim a entristecer-me com a história que me contava. Um convite de casamento que recusará para não ter de se cruzar com uma paisagem do passado. E entristecem-me as duas perspectivas: a dela, que ainda não recuperou ao ponto de poder reencontrá-lo; e a dele, que perceberá que ela não compareceu por sua causa. Porque é triste, muito triste, impedirmos de viver sem reservas alguém a quem um dia quisemos dar o mundo. 

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

A explosão!





De orgulho, de sorrisos, de uma sensação tão boa que nem tem descrição!

E já está ❤ O menino que aprendeu a ler sozinho aos três anos de idade, e que saltou anos na escola, e completou duas licenciaturas na área de ciências ao mesmo tempo, e que toca divinalmente, e dança descalço comigo, acaba de se doutorar com honras aos 26 anos. É assim um pequeno génio (de 1.87 m), o meu amor.


Que aventura fabulosa passamos juntos, entre proteínas no laboratório e braçadas no lago :')  
Nem consigo parar de sorrir tal o meu estado de tolinha-feliz!

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014


E as coisas começam a definir-se. O doutoramento que está a terminar. O elogio dos orientadores que copia o que tantas vezes lhe fiz ["You should be a science writer"], as propostas de (novo) trabalho que se sucedem, e até a nova cidade que pode estar em cogitação. Bem perto daquela que nos aquece o coração, porque uma pessoa não se deve afastar do que lhe faz bem.

Hoje o dia fez-se de muitas vitórias. E eu, confesso, sou toda orgulho.

domingo, 1 de dezembro de 2013

Dos domingos


Gosto da sensação que os Domingos me trazem. De me espreguiçar demoradamente como se o tempo não passasse. De parecer que segunda-feira está tão longe que só no próximo século se inicia a nova semana de trabalho. De parecer que o tempo pára e todos os sentimentos bons se aglomeram esperando a sua vez para serem apreciados. 

Aos Domingos sinto-me capaz de tudo. E com ele é sempre Domingo.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Amor (também) é...


O meu cão é absolutamente obcecado por comida. Entra em transe quando a snifa, e não parece ver ou ouvir mais nada enquanto não termina. Não se deixa distrair por ruído algum e até a campainha, famosa por o deixar em estado de alerta, deixa de ter poder sobre si. Este comportamento é comum a todas as suas refeições e tem apenas uma excepção: quando eu acordo.

Nessa ocasião, em que me ouve apesar da distância a que se encontra (!), interrompe a refeição que tanto aprecia para correr até ao meu quarto e me saudar pela primeira vez no dia. Rabo em modo ventoinha e cabeça contra as minhas pernas, mima-me e quer ser mimado de volta. Assim que termina de me dar os bons dias sai disparado do quarto para continuar a refeição.

E este comportamento, tão simples mas tão doce, enche-me o coração