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sábado, 7 de março de 2015

Pergunta do dia


Todos os anos faço algumas sessões de "acompanha a amiga na escolha da roupa da nova estação". E uma vez que a Primavera está já a acenar com algum vigor, começo a preparar-me mentalmente para mais uma destas sessões de compras. Que trazem sempre associadas a mesma conversa. Uma conversa que me faz querer cortar os pulsos: os tamanhos escolhidos.

- Como é que é possível?! Eu nunca vesti um 40, eu sou um 38! 
- Mas não assenta bem, está muito justo. Experimenta esta, acima.
- Nem pensar!
- Mas a peça é linda... experimenta só para vermos como fica.
- Recuso-me!

E acabo sempre meio enervada com as minhas amigas, porque desvirtua-se o propósito de encontrar roupa gira que as favoreça, para passar a ser uma caça ao número que elas querem vestir, o que, convenhamos, é muito mais chato. Who the f*** cares? Podiam dar-me um 48, que importava-me na mesma medida que me importo em vestir uma etiqueta 36. Levo o meu número apenas por referência, para ter por onde começar, mas se achar que a peça acima me vai cair melhor, não só a experimento como a compro, em detrimento do 36, em menos de 3 segundos. Calções são exemplos particularmente bons. Não consigo apreciar calções justos nas coxas, indepentemente da moda querer obrigar-me a tal. Não combina com o estilo que considero elegante. Pelo que sendo impossível fugir destas peças, que invadem todas as lojas, encontro nos tamanhos maiores grandes aliados. Fazer deles inimigos parece-me simplesmente absurdo. 

Meninas (e meninos) que compreendem este fenómeno: expliquem-me o que interessa o número na etiqueta, por favor. Para eu conseguir ser uma amiga mais paciente nesta estação.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Boa viagem!*


Uma das vantagens de trabalhar em investigação é a quantidade de amigos estrangeiros que faço. O meu grupo de amigos mais próximo mistura russos, franceses, suíços, alemães, suecos e espanhóis [além, claro, do americano mais adorável do universo]. Gosto de conhecer-lhes as culturas, tão diferentes da minha, os gostos culinários, o sotaque característico (em português ou inglês, frequentemente as línguas em comum), as perspectivas. Gosto de ir aprendendo a distinguir o que é único neles relativamente a amigos de outras nacionalidades, mas também o que os distingue dos seus compatriotas. 


Uma das desvantagens de trabalhar em investigação é a quantidade de amigos estrangeiros que perco de vista. De vista, literalmente. A amizade permanece via Skype, chat, email. Constante, presente. Mas faz-me confusão não poder ter as pessoas que mais me dizem ao coração à minha volta o tempo todo. Dar-lhes um abraço.

Hoje, a espanhola mais fofinha de todas viaja, no contexto do seu trabalho, para o México. Passará por lá pelo menos três meses. E eu sei exactamente como se está a sentir. A apreensão de se ver sozinha num país distante, num contexto desconhecido. O friozinho no estômago. E só lhe desejo que seja tão feliz quanto eu fui, nas mesmas circunstâncias, na Suíça. 


Boa Viagem, Espanholita! Boa Sorte*

sábado, 19 de abril de 2014

Momentos "what the heck is going on...?"



O speakme é uma aplicação do sistema operativo Andróide. Como o nome indica o speakme lê tudo o que chega ao smartphone. Ajuda a que possamos distinguir a urgência da notificação, portanto. Mas lê com uma entoação que eu e ele achamos bastante engraçada. De mensagens a apontamentos no calendário, do remetente e assunto dos emails até... à primeira linha de chats. 

E eis senão quando, entre o silêncio que o trabalho pede, começo a ouvir (coisas como):

The service began. It consisted of the following. The priest, having dressed in a strange and very inconvenient garb, made of gold cloth, cut and arranged little bits of bread on a saucer, and then put them into a cup with wine, repeating at the same time different names and prayers. Meanwhile the deacon first read Slavonic prayers, difficult to understand in themselves, and rendered still more incomprehensible by being read very fast, and then sang them turn and turn about with the convicts. The contents of the prayers were chiefly the desire for the welfare of the Emperor and his family. These petitions were repeated many times, separately and together with other prayers, the people kneeling. Besides this, several verses from the Acts of the Apostles were read by the deacon.

E não consigo parar de rir.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Quando amizade e energia se misturam

Ter um animal de estimação é ter um amigo. Alguns não percebem como dois seres que não verbalizam para comunicar se podem entender tão bem. Uns vivem para perceber como a magia se dá. Outros gravam-na em vídeo:



segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

A explosão!





De orgulho, de sorrisos, de uma sensação tão boa que nem tem descrição!

E já está ❤ O menino que aprendeu a ler sozinho aos três anos de idade, e que saltou anos na escola, e completou duas licenciaturas na área de ciências ao mesmo tempo, e que toca divinalmente, e dança descalço comigo, acaba de se doutorar com honras aos 26 anos. É assim um pequeno génio (de 1.87 m), o meu amor.


Que aventura fabulosa passamos juntos, entre proteínas no laboratório e braçadas no lago :')  
Nem consigo parar de sorrir tal o meu estado de tolinha-feliz!

sábado, 26 de outubro de 2013

Do que a amizade resolve



Apesar de enojada com tais atitudes, é-me inevitável pensar que dor intensa será essa que chega ao ponto de fazer aqueles rapazes preferirem ser reconhecidos por uma atrocidade do que continuarem a ser ignorados. E pensar nisso magoa-me.

Sei bem o que são alunos-problema. Não do género quietinho até se lembrar de matar mas do género todos os dias tenho de partir alguma coisa e ameaçar alguém de o partir ao meio também senão nem fico bem. E eu não lidava bem com a personagem. Até que um dia trouxe o problema para casa e aprendi que às vezes as pessoas mais problemáticas são as que precisam de mais ternura. Mas isso de dar ternura a um corrécio não é fácil. Ou é?

No dia seguinte, de coração aberto e lavagem cerebral feita pelos meus pais, deixei a turma inteira a olhar para mim como se fosse um extra-terrestre (E.T) quando, vendo o aluno-problema saindo da aula a empurrar cadeiras, lhe interrompi a marcha para perguntar se não queria almoçar connosco.

Não foram só os meus amigos que me olharam como se eu fosse um E.T.: ele também. E caindo-lhe ao chão toda a brutalidade, gaguejou que sim, se os outros não se importassem. Os outros importavam-se mas, sabendo que eu o detestava até ao dia anterior, apoiaram o convite provavelmente curiosos com o que sairia dali.

O aluno-problema transformou-se no Abílio, em pouco tempo. Sem surpresa tinha uma história de vida confusa, difícil, de violência doméstica constante. Nessa partilha que lhe fazia falhar a voz encontrou olhos marejados em lágrimas e abraços, e um grupo de pessoas que se tornou a família dele na escola. Deixou de ser chamado ao Conselho Directivo por desacatos, as notas subiram, era afável e amoroso num jeito tímido típico de quem não estava habituado a ser assim. Era uma pessoa diferente. Uma pessoa maravilhosamente diferente.

A turma acabou por receber uma homenagem da directora de turma, em nome do Conselho Directivo. O Abílio ganhou a possibilidade de se sentir integrado na escola e ganhou, principalmente, um horizonte mais alargado sobre quem podia ser: não por causa mas apesar do clima familiar. E nós conquistamos não apenas um colega mais ponderado, mas um verdadeiro amigo. 

Tudo porque um dia lhe perguntamos se queria almoçar connosco.

Às vezes resolver um problema é mais fácil do que parece. Ser um problema também é mais fácil do que parece. E quanto mais nos distanciamos do equilíbrio entre tentar ser melhor e contribuir para resolver o que vemos de errado à nossa volta, mais probabilidade temos de comprometer o nosso futuro.



quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Amor (também) é...


O meu cão é absolutamente obcecado por comida. Entra em transe quando a snifa, e não parece ver ou ouvir mais nada enquanto não termina. Não se deixa distrair por ruído algum e até a campainha, famosa por o deixar em estado de alerta, deixa de ter poder sobre si. Este comportamento é comum a todas as suas refeições e tem apenas uma excepção: quando eu acordo.

Nessa ocasião, em que me ouve apesar da distância a que se encontra (!), interrompe a refeição que tanto aprecia para correr até ao meu quarto e me saudar pela primeira vez no dia. Rabo em modo ventoinha e cabeça contra as minhas pernas, mima-me e quer ser mimado de volta. Assim que termina de me dar os bons dias sai disparado do quarto para continuar a refeição.

E este comportamento, tão simples mas tão doce, enche-me o coração 

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Coisas da vida ❤


Tenho um amigo que acredita que o mundo virtual serve para aproximar pessoas que não se conhecem, desde que exista sinceridade. Mas esse mesmo amigo acredita também que em 90% dos casos a verdade não está presente. 

Dei por mim a questionar essas afirmações aplicadas à minha própria vida. Lembrei-me dos tempos do IRC, de como era engraçado conversar com pessoas tão diferentes em tão pouco tempo. Gostava dos debates, das histórias de pessoas que nunca vimos e nunca pensei vir a ver. 

Gostava de conversar mas entediavam-me pessoas pouco originais. Se a conversa começasse por "Como te chamas, de onde és e que idade tens?" fechava a janela sem responder a nenhuma das perguntas. Nem sequer para retribuir o Olá. Sabia o que me interessava, e de alguma forma o anonimato (o meu e o dos outros) deixava-me acreditar que não estava a ser indelicada -- estava apenas a poupar-lhes tempo e a desagradável noção de que eram pouco originais aos meus olhos.

Nunca enviei fotografias, nunca pedi fotografias -- interessava-me quem era a pessoa por detrás do ecrã num sentido mais profundo. E, para minha surpresa, a partir de determinada altura eram simplesmente meus amigos apesar de nunca nos termos visto. Mais de uma dezena de meses depois do inicio das conversas, acedia a que nos conhecessemos pessoalmente porque já não fazia sentido a possibilidade de passar por alguém que me conhecia tão bem sem o(s) reconhecer, sem lhe(s) dar um sorriso, um abraço. 

Conheci dessa forma cinco pessoas que ocupam, ainda hoje, lugares de destaque na minha vida. Pessoas com quem partilho histórias incríveis, gargalhadas, lágrimas e muita amizade. Uma amizade que não sei se teriamos tido oportunidade de desenvolver se não nos tivessemos encontrado um dia numa plataforma virtual.

Mas apesar da experiência extremamente positiva que me liga a "pessoas virtuais", há um tempo para tudo. E o interesse, a vontade e o tempo diminuíram, afastando-me das salas de chat há já vários anos. Por esse motivo não esperava ter mais histórias sem rosto, nem ligação a pessoas que nunca vi. No entanto, cerca de um ano de blogue trouxe-me esse mundo de volta. 

Encontro-me em contagem decrescente para conhecer a família mais adorável do Sul do país, por causa dela. E mal posso esperar.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

If it's worth the risk, take the Fall


A doce Canca e a simpática Amy recordaram-me o tanto que há de especial no Outono e convenceram-me (não sem resistência :P) que o melhor era aceitar com um sorriso a partida do Verão. 

E na verdade, dou por mim com saudades de muitas coisas que vou listar aqui para o caso de ter uma recaída. Por exemplo:
- Frutas da época. Lista encabeçada pelas castanhas, que quentinhas e assadas são uma delícia. Ainda por cima os ouriços são estranhamente parecidos com um bicho que muito me agrada;
- Roupa quente e confortável, que começa nos gorros, passa pelos cachecóis e termina em meias bem altas (e giras, porque lá porque está frio e só nos vêem o narizinho e o cabelo, uma mulher não deixa de ser feminina);
- Fondue de chocolate. Porque chocolate faz bem à saúde, e o convívio com aqueles que vivem no nosso coração ainda mais;
- Exercício entre os tons mais fantasiosos da natureza;
- Leituras -- que nesta fase se sucedem a um ritmo mais acelerado;
- É sempre boa altura para tomar um chá bem quente acompanhado de uma fatia de bolo;
- A família pára em casa mais tempo e desenham-se novos sonhos, novas partilhas, e desafios culinários (as sobremesas encabeçam a competição);
- A lareira está sempre acesa;
- O meu cão ladra à neve da manhã (que não passa de uma película quase transparente de geada);
- Há possíbilidade de nevar (especialmente se eu fizer as malas e me mudar para a Suíça entretanto) e o sorriso não mais deixar o meu rosto; e
- O Natal aproxima-se a passos largos!

Afinal dou por mim, no final da lista, a esperar impacientemente por um frio ainda mais intenso que me permita viver tudo isto :') 

Obrigada meninas

domingo, 22 de setembro de 2013

Crónicas das férias #6


Há momentos na nossa vida em que olhamos uma pessoa cujo rosto conhecemos de cor, e a nossa mente viaja para além do momento que acontece naquele preciso instante. Os seus lábios mexem, o sorriso acentua-se, as expressões mudam numa fracção de segundo e a única coisa que a nossa mente consegue discernir é quão feliz se sente. E tão absorvida nessa felicidade não ouve as palavras, o motivo do riso daquele que nos enviou para outra dimensão por momentos, mas mesmo assim vibra. E sorrimos também. O sorriso aberto e genuíno que marca o rosto de quem está precisamente onde queria estar -- ao lado daquele que onde todos os dias são maravilhosos dias de Sol.


segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Crónicas das férias #3


Eu fujo da água gelada do Atlântico ao norte de Portugal, como da chuva no Inverno. Aliás, eu fujo da praia em geral. Mas ele, residente na Suíça e de visita a casa [do outro lado do Atlântico] apenas nas férias de Natal, não podia perder a oportunidade.

Levou-me pela mão até ao pé do mar para sentirmos a temperatura da água. Os blocos de gelo flutuantes não eram visíveis mas eu sabia que estavam algures. Pensei, inocentemente, que percebendo a delícia de água que ali se encontrava, manteria uma distância de segurança. Mas não... disse-me que ia nadar. Percebendo a minha expressão de horror, pediu-me um beijo de incentivo antes de corajosamente entrar no mar. E eu assenti, porque poderia ser o nosso último beijo, não é? E com aquela doçura que lhe é característica aproveitou a proximidade para me levar em braços para a água. Eu estava, a bem da verdade, em estado de choque -- que é como quem diz: em silêncio mas com vontade de gritar. A viver a eminência de um trauma duradouro só me saiam palavras tão astutas quanto o número de telefone da emergência em Portugal -- It's not 911! E ele, visivelmente compadecido da minha dor, gargalhava.

A doce persistência resultou numa tarde de diversão no mar como há muitos anos não vivia. É certo que deixei de sentir as extremidades a determinada altura, mas nada que o amor e o sol da maravilhosa praia de Matosinhos não tenham conseguido aquecer novamente 

quinta-feira, 4 de julho de 2013

You can't stop the waves but...




Às vezes deparamo-nos com dificuldades e esses são sempre momentos de parar, respirar fundo e atirarmo-nos de cabeça na resolução dos problemas. E com isso, vivo eu bem. 

Depois há dificuldades que se vão amontoando às costas daqueles a quem a nossa amizade quer dar a mão e a quem tentamos tirar carga. E essas são mais complicadas. Deixam-nos com a sensação de coração pequenino e testa franzida em modo permanente.

Das nossas preocupações e da dor que a elas se associam, temos nós perfeita consciência. Das dos nossos amigos não. E se só sorriem para não nos preocuparem? E se aquele suspiro não foi de calor mas de ansiedade?

Os nossos amigos deviam ser proibidos de terem problemas. 
Isto desgasta o coraçãozinho de uma pessoa. 

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Mimo


Prepare-se o mimo. 
O fim-de-semana está aí e há (mais) tempo para distribuir abraços e sorrisos por aqueles que tornam a nossa vida colorida.



Ele encontrava-se em processo de mudança de casa. Da casa onde dançávamos descalços, onde cozinhávamos juntos, onde assistímos aos clássicos cinematográficos que eu não tinha visto, a casa que eu conhecia tão bem e que acolheu tantas gargalhadas e silêncios cúmplices. 

- Vão destruir o edifício... Não vais ter saudades? -- perguntei-lhe, entre caixas de todos os tamanhos.
- Não. -- disse convictamente -- Não te vou deixar aqui.

E na sua língua nativa, e com o sorriso mais doce do mundo, esclareceu:
-  You're home to me.

E é assim que me sinto quando estou longe do abraço dele:
Longe de casa.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Piquinhos - a saga ❤


Os meus amigos são os melhores. Já disse isto inúmeras vezes e volto a repetir. Reparem bem o que um deles encontrou à chuva a chamar o meu nome. Eu que tinha decidido, após muitas leituras, que não era seguro adoptar um ouriço selvagem. 


Na eminência de tomar o primeiro banho da sua vida, Piquinhos franze o sobreolho e segura-se à mão do David na ilusão de evitar o inevitável.
Piquinhos a boiar na água, antes de iniciar a sessão de natação livre.
O lavadinho ouriço, bastante mais satisfeito do que quando estava prestes a entrar. Afinal a banhoca foi agradável. :)
O pequeno vídeo do sociável ouriço :') 

E agora, quem é que segura este coração descompassado? 
[Obrigada, David :') ]

Words of wisdom


E eu acredito que é o que está a acontecer-vos.

sábado, 15 de junho de 2013

Amor


Retomando a rúbrica sobre casais que me roubam sorrisos. Abraços com sentimento, olhares que não enganam, palavras ridiculamente românticas. Quem nunca as proferiu, não esteve verdadeiramente apaixonado. Não sabe o que é sentir-se desinteressado de qualquer sensação de auto-consciência, perdido apenas no acto de amar com sons a pessoa à sua frente.

E, por serem tão raros estes casais, enchem-me o coração sem que os vislumbro.

quinta-feira, 6 de junho de 2013


Porque há pessoas especiais que hoje precisavam de um abraço. 
Um para ti. Um para ti. E um para ti.

sábado, 1 de junho de 2013

Casas cheias



Não gosto de casas demasiado alinhadas. Gosto do conceito arrumado na desarrumação. Gosto de decorações que permitem pegar, recordar, sorrir e pousar sem medo de estragar a disposição de objectos distribuídos a régua e esquadro. Gosto de pedras e plantas e janelas largas numa mistura aconchegante. Gosto, no fundo, de trazer a natureza para o interior da habitação. E gosto de passar por paredes assim. De onde saltam momentos, pessoas e sentimentos num amor sem fim.